terça-feira, 22 de novembro de 2011

TROCADILHO:

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Neologismo:


Duplo sentido:



Aliteração:





Paralelismo:









Trecho da bíblia - Lead


Como em um passe de mágica, um homem foi visto andando sobre as águas.

O homem que se chama Jesus e é considerado por muitos como o Salvador, causou espanto ao andar sobre as águas em direção ao alto mar na região de Jerusalém. As pessoas que estavam presentes no local acompanharam o feito e ficaram apreensivas, já que eles imaginavam que o messias poderia afundar a qualquer momento.
Junto a ele estavam vários de seus discípulos, que ao presenciar o milagre reforçaram sua fé e espalharam a noticia entre as aldeias da região.

Continho



O garoto da língua afiada.

Um certo dia, um velho gordo andando a cavalo no sertão do Pernambuco parou num
boteco no meio da estrada de terra para tomar sua dose de cachaça antes que chegasse
em casa para almoçar. Na calçada do bar a beira da estrada encontrou um menino quieto,
magro, barrigudinho e o convidou para entrar no bar para tomar ao menos uma água,
pois o calor estava demais.

Velho: Ei, garoto, venha, vamos tomar algo?
Garoto: Desculpa senhor, não posso!
Velho: Porque, não? Venha, eu lhe pago um refrigente.
Garoto: (grita) Eu não posso!
Velho: Garoto sem educação, me diga o porque?
Garoto: Minha mãe, minha mãe disse para eu ficar aqui.
Velho: Ora! E cadê a sua mãe?
Garoto: Esta por ai ...

O velho ficou surpreso com a reação do garoto e entrou no bar sozinho. Da porta, o
velho observa o garoto com um pedaço de pau na mão, e jogando a areia pra lá e pra cá,
todo pensativo.

Velho: Menino, para onde vai essa estrada?
Garoto: Ela não vai não: Nós é que vamos nela.

O velho fica irritado e continua:

Velho: Engraçadinho duma figa! Como você se chama?
Garoto: Eu não me chamo não, os outros é que me chamam de Zé.

O velho sobe no cavalo, em direção a sua casa sem tem um resposta para o garoto.

Crônica


Somos nós que consumimos a tecnologia ou a tecnologia que nos

consome?

A tecnologia traz facilidades e benefícios, mas, somos nós que a consumimos?

Ou somos engolidos por essa nova era tecnológica, em que as pessoas se

sentem nuas quando saem de casa sem o seu telefone celular?

Em nosso dia a dia não vemos mais crianças brincando com seus amigos no

quintal de casa, porque estão de frente ao vídeo game ou conversando com

os amigos do colégio e do bairro pelo computador. As crianças não estão

aprendendo a se relacionar, preferem estar sempre conectados ao mundo

virtual e as mães precisam insistir para que seus filhos deixem seus quartos

e brinquedos eletrônicos e aproveitem um dia ensolarado. Esse apego a

tecnologia e a falta de práticas esportivas estão criando jovens sedentários.

Antes do celular o velho e bom telefone público, o vulgo orelhão era utilizado

pela população, mas, perdeu sua principal função, e passou a ser um painel

de serviços sexuais e ponto de vandalismo de torcidas organizadas. O

que foi inventado ontem acaba sendo recriado ou reformulado hoje e nem

sabemos onde armazenar toda essa tecnologia. Passamos a ter a necessidade

de consumir todos os lançamentos tecnológicos e viramos consumistas

compulsivos.

Antigamente, a informação demorava ainda mais para chegar à população,

o rádio, por exemplo, era uma fonte eficaz de obter uma notícia. Por muitas

vezes, essa notícia demorava até dias para que o ouvinte ficasse sabendo.

Com o surgimento da televisão, as pessoas tiveram a curiosidade de saber

como seria essa questão de poder ver e ouvir ao mesmo tempo um noticiário,

e até mesmo tirar do seu imaginário a cena de uma radio novela. A televisão

vem em uma maré que para conquistar seu público retira do rádio os principais

programas, que passam a ser transmitidos pela TV. A nova geração absorve

todas essas informações em um único meio de comunicação, a internet. E quer

do rádio e televisão a qualidade de transmissão.

Para muitos não existe utilidade por aquilo que é considerado velho. Até

pouco tempo atrás as pessoas que estavam acostumadas com a máquina de

escrever e arquivos, tiveram que se adaptar aos computadores. A tecnologia

passou a ser um divisor de águas, ela determina a sua capacitação no trabalho

e a sua vida social. Hoje ou você se atualiza ou é considerado ultrapassado.